Tinha apenas 1% de vida
Rocha Eterna Bertioga

Aos irmãos graça e paz!

é com muita alegria que venho hoje testemunhar um grande milagre que experimentei em minha vida.

Em 4 de janeiro desse ano, fui surpreendido por uma forte sensação de fraqueza em meu corpo. Ao procurar orientação médica fui levado a realizar uma série de exames para uma delicada investigação. Nessa ocasião afastei-me por seis dias para que pudesse me recuperar, de uma até então, simples indisposição.

Porém, nesse período recebi um chamado urgente para que comparecesse ao ambulatório da empresa que trabalho o qual foi me informado que meus exames estavam totalmente alterados.

Já em, 8 de janeiro, fui prontamente encaminhado para um hospital permanecendo então internado por cinco dias. Porém como lá eles não tinham recursos adequados para me atenderem, resolveram me dar alta, onde acabei saindo da mesma forma que entrei, ou seja, com os mesmos sintomas.

Nesta mesma noite, a notícia de meu estado já era de conhecimento dos pastores de toda igreja, quando já iniciaram suas orações.

Como estava cada vez pior, logo pela manhã após quase desmaiar, minha esposa ligou para a empresa e pediu socorro imediato. Prontamente vieram e viram a necessidade de uma nova internação, desta vez de caráter de emergência.

Foi então que me removeram ao hospital Santa Cruz em São Paulo onde fui recebido pelos médicos os quais afirmavam que eu não tinha nenhuma chance de sobrevida.

Queridos pastores e irmãos, foi aí então que a batalha começou, neste momento, todos afirmavam que eu tinha apenas 1% de chance de viver, mas como cremos num Deus vivo e que nos ensina que o justo não teme más notícias, minha esposa foi tomada por uma fé infinita e começou a declarar que era nesse 1% que Deus trabalharia em meu favor.

Já na UTI, foi descoberto que eu tinha uma úlcera totalmente suporada, e que tinha de ser operada urgente.

Tive alta após cinco dias, voltando assim para casa. Mas as complicações continuaram. Após um exame de sangue em 22 de janeiro fui novamente chamado para retornar ao hospital para nova internação, desta vez devido ao baixíssimo índice de plaquetas no sangue, até então sem ninguém ter descoberto a causa.

Mas irmãos, o que parecia estar no fim acabara de começar, foi aí que descobrimos um problema em minha medula óssea, uma aplasia, uma doença rara. Para se ter uma ideia, a cada 1.000 pessoas, 2 a 3 têm a chance de sobreviver.

Assim pedi a Deus que, se possível, pudesse realizar um exame para reavaliar minha situação, porém, no horário que estava não era comum serem feitos nenhum tipo de exame. Mesmo assim, ainda em oração, passado uns cinco minutos, chegou a mim uma notícia que eu teria que fazer um novo exame. Para glória de Deus. Aleluia!

No dia seguinte, recebi o resultado e tomei conhecimento que minhas plaquetas haviam subido em número considerável, estavam em 63 mil, número até então nunca atingido.

Um dia após esse verdadeiro milagre, minha médica chegou pela manhã dizendo que eu poderia esperar sem preocupação até que o convênio liberasse a medicação, aquela importada que ainda estava para chegar.

Minha esposa foi chamada pela doutora e informada que em meu estômago havia um tumor maligno, descoberto a partir de uma tomografia computadorizada. Os médicos se referiam a mim como um paciente em estado grave. As notícias só pioravam e diziam que tudo em mim era crítico.

Nada disso me abalou. Louvo a Deus pelas orações dos irmãos, pois logo em seguida fiz uma segunda tomografia e nada mais foi encontrado, aleluia! Ainda não convencida a médica solicitou mais uma tomografia, que para hora e glória de nosso Deus, realmente NADA FOI ENCONTRADO.

Os dias passavam e finalmente chegou medicamento, realizei o tratamento, porém devido ao meu estado físico a ministração do remédio foi feita em 5 dias. Neste momento comecei a nova batalha, pois deveria ainda esperar por pelo menos de 15 a 45 dias para receber os efeitos da medicação.

Pacientemente o Senhor me sustentou, curando toda minha ansiedade, me dando paciência e deixando claro que a vitória seria certa. Pois assim como Sadraque, Mesaque e Abdinego também eu me senti jogado m uma fornalha, porém sem que as chamas me atingissem. é claro que humanamente falando, já que por 3 meses fiquei internado e minha esposa não me deixou por nenhum instante, ficamos abalados em alguns momentos.

Um dia minha esposa resolveu explicar nossa situação para a médica, falando do tempo que já estávamos ali e durante minha oração no café da manhã, comecei a chorar devido a situação que enfrentávamos. Assim foi resolvido pela doutora que eu estaria de alta no dia seguinte, entendendo que deveria aguardar os efeitos do remédio em casa e voltando a cada dois dias para reavaliação.

Tive a impressão que a médica estava me mandando para casa sem acreditar em minha recuperação, porém minha convicção da fidelidade de Deus só aumentava. Após uma semana em casa, ela foi surpreendida ela minha rápida recuperação, a medida que cada vez mais as minhas plaquetas aumentavam.

Minha recuperação foi tão rápida que até mesmo o transplante de medula óssea que já estava marcado foi suspenso.

Hoje curado, para glória de Deus, estou aqui contanto meu testemunho, junto a minha família que viveu esse mesmo sofrimento comigo.

Quero agradecer a Keila, Cibele, Kátia e toda a equipe de enfermeiras que cuidaram tão bem de mim.

Quero também agradecer aos meus irmãos em Cristo, os pastores que acompanharam todo esse sofrimento e em especial a minha família e parentes.

Que todos nós continuemos a servir e a crer nesse Grandioso Deus que jamais nos abandonará.

Quero compartilhar com vocês, uma Palavra que está no Salmo 23, que diz:

“Ainda que passemos pelo vale da sombra da morte, não deveremos temer mal algum.”

Ao Senhor toda a hora e toda glória para sempre.

 

Alberto Ribeiro e família

 


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